Planejamento patrimonial · Sucessório e tributário
Seu patrimônio trabalhando com menos imposto e passando aos seus filhos sem inventário.
A holding familiar é a estrutura jurídica que reduz a tributação sobre aluguéis e ganhos de capital, organiza a transmissão patrimonial em vida e protege os bens contra litígios — com governança formal entre os membros da família.
IR sobre aluguel — pessoa física vs. holding
Pessoa física
27,5%
Com holding
≈ 11–14%
Inventário necessário com doação de quotas
Pessoa física
Meses
Com holding
Nenhum
Regras de governança entre herdeiros
Pessoa física
0
Com holding
Formal
A holding é para mim?
Se você se identificar com qualquer um destes cenários, faz sentido avaliar.
Solicitar análise préviaTenho imóveis alugados e pago IR sobre aluguéis como pessoa física
Tenho filhos e não quero que meu patrimônio passe por inventário
Sou sócio de empresa e quero separar meu patrimônio pessoal do empresarial
Tenho bens com múltiplos herdeiros e quero definir regras antes de qualquer conflito
Quero fazer doações em vida mantendo o controle dos bens
Tenho imóveis e participações societárias que quero concentrar em uma só estrutura
Análise patrimonial prévia
Entenda se a holding vale a pena para o seu caso — antes de decidir qualquer coisa.
Informe seus ativos e seus objetivos. Em até 48 horas úteis o escritório retorna com diagnóstico técnico, comparativo tributário e recomendação de estrutura.
- Resposta em até 48 horas úteis
- Sigilo profissional e LGPD
- Atendimento direto com advogado
Comparativo técnico
Pessoa física versus holding familiar — o que muda na prática.
Imposto sobre aluguel
27,5% (IR pessoa física — tabela progressiva)
11% a 14,5% (Lucro Presumido, dependendo do setor)
Transmissão por herança
Inventário obrigatório — custas, ITCMD e meses de processo
Doação de quotas em vida, com reserva de usufruto e cláusulas protetoras
Ganho de capital na venda
15% a 22,5% sobre o ganho real
Pode ser otimizado conforme regime tributário e estrutura da venda
Proteção patrimonial
Bens respondem diretamente por dívidas e execuções pessoais
Separação jurídica entre patrimônio pessoal e o da holding
Gestão entre sócios
Sem regras formais — conflitos resolvidos na justiça
Acordo de quotistas define voto, saída e sucessão previamente
Facilidade para transferir bens
Escritura pública para cada imóvel — custo e tempo elevados
Cessão de quotas — um único instrumento para múltiplos ativos
* Os valores tributários são referenciais e dependem do regime adotado, da composição dos ativos e da legislação vigente. A análise patrimonial individual é necessária para simular os resultados reais para o seu caso.
Tipos de holding
Quatro modelos. A escolha certa depende do seu patrimônio e dos seus objetivos.
Não existe modelo padrão — a estrutura precisa ser desenhada para a realidade da sua família. A análise prévia define a recomendação técnica.
Holding Patrimonial
Concentra os imóveis e ativos financeiros da família. Aluguel passa a ser receita da holding, com tributação mais eficiente. Transmissão aos herdeiros por doação de quotas, sem inventário.
Indicado para · Famílias com imóveis alugados e renda passiva
Holding Familiar Pura
Detém participações em empresas operacionais da família. Organiza a governança do grupo, define regras entre sócios e herdeiros, e centraliza lucros e dividendos antes de distribuir.
Indicado para · Empresários com sócios da família
Holding Mista
Reúne imóveis, participações em empresas e outros ativos em uma única estrutura. A solução mais completa para famílias com patrimônio diversificado — societário e imobiliário integrados.
Indicado para · Patrimônio diversificado — imóveis + empresas
Holding com Protocolo Familiar
Inclui um acordo de quotistas que regula voto, preferência, entrada de novos sócios e resolução de conflitos. Antecipa regras que evitam disputas entre herdeiros de gerações diferentes.
Indicado para · Famílias com múltiplos herdeiros ou empresa de 2ª geração
Cenário típico
Como funciona na prática para uma família com imóveis em Campinas.
O exemplo abaixo é ilustrativo. Os resultados reais dependem do patrimônio individual, do regime tributário escolhido e da legislação vigente.
01 · A situação
Família com 3 imóveis alugados em Campinas, renda mensal de aluguel de R$ 12.000. Dois filhos adultos. Patrimônio total estimado em R$ 2,4 milhões.
02 · O problema hoje
Os R$ 12.000 de aluguel são tributados na tabela progressiva do IR — alíquota efetiva próxima de 22,5%. Em caso de falecimento de qualquer cônjuge, o patrimônio vai a inventário, com custo de 4–6% e prazo de 12 a 36 meses.
03 · Com a holding
Os imóveis integralizados à holding têm aluguel tributado pelo Lucro Presumido — alíquota efetiva aproximada de 11%. As quotas são doadas aos filhos em vida, com reserva de usufruto. Sem inventário. Sem custo cartorário futuro sobre os imóveis.
04 · O resultado
Economia anual estimada de R$ 15.000 a R$ 20.000 só na tributação dos aluguéis. Transmissão patrimonial organizada, sem litígio entre herdeiros, sem processo judicial.
Como o escritório conduz
Seis etapas — do diagnóstico patrimonial à manutenção da estrutura.
Jurídico, tributário e registral tratados de forma integrada. Sem fragmentação entre diferentes profissionais. Sem surpresas de custo no meio do processo.
Diagnóstico patrimonial
Mapeamento completo dos ativos — imóveis, participações, investimentos e passivos — para definição da estrutura mais adequada ao perfil e aos objetivos da família.
Comparativo tributário
Simulação da carga tributária atual vs. após a holding, com projeção de economia anual e payback do investimento de constituição. Apenas se o resultado for favorável, seguimos.
Constituição da holding
Elaboração do contrato social, registro em Junta Comercial, CNPJ, inscrições estadual e municipal. Escolha do regime tributário adequado ao perfil de receita da família.
Integralização dos ativos
Transferência dos imóveis e participações ao capital social da holding, com avaliação, instrumentos de integralização e registros nos cartórios de imóveis competentes em todo o Brasil.
Doação com reserva de usufruto
Doação das quotas aos herdeiros, com reserva de usufruto vitalício aos doadores. Os pais mantêm o controle e a renda; os filhos recebem a propriedade — a herança já está feita.
Governança e manutenção
Acordo de quotistas, protocolos de decisão e acompanhamento contínuo para adaptar a estrutura a mudanças na legislação, na composição familiar e nos ativos.
A análise prévia responde se a estrutura faz sentido para o seu caso.
Solicitar análise01Qualquer família pode constituir uma holding?
+
Sim, mas a viabilidade econômica depende do volume de ativos. Os custos de constituição e manutenção da holding precisam ser compensados pela economia tributária e pelos benefícios de planejamento. A análise prévia faz essa conta para o seu caso específico — sem obrigação de avançar se o resultado não for favorável.
02A holding é legal? O Fisco não questiona?
+
Sim, é plenamente legal. A estruturação de holding familiar é amplamente reconhecida no Brasil e tem respaldo no Código Civil, na legislação societária e nas normas tributárias. O que o Fisco questiona é simulação e evasão fiscal — não o planejamento tributário legítimo, que é o que fazemos.
03Quais imóveis podem ser transferidos?
+
Imóveis residenciais, comerciais, rurais e terrenos podem ser integralizados ao capital da holding. Em determinadas situações, a transferência pode ser feita pelo valor declarado no imposto de renda, sem incidência de ganho de capital. Cada imóvel precisa ser analisado individualmente antes da transferência.
04Como a holding evita o inventário?
+
Os imóveis e ativos dentro da holding não são bens individuais dos sócios — são participações societárias (quotas). Quando os pais doam as quotas aos filhos em vida, com reserva de usufruto, o patrimônio já está transmitido juridicamente. Na morte dos pais, não há inventário sobre os bens da holding.
05A holding protege contra dívidas dos sócios?
+
Sim, dentro de certos limites. Os ativos da holding não respondem automaticamente por dívidas pessoais dos sócios. Essa proteção não alcança dívidas constituídas antes da estruturação e pode ser desconsiderada em casos de fraude. Por isso, a forma de constituição importa — e precisa ser tecnicamente sólida.
06Quanto tempo leva para constituir?
+
Da análise ao registro completo, em média 60 a 120 dias, dependendo da quantidade de imóveis a integralizar, da complexidade societária e da velocidade dos cartórios. O prazo pode ser estendido se algum ativo precisar de regularização prévia.
Análise patrimonial prévia
Descubra quanto você pode economizar e como organizar a sucessão do seu patrimônio.
Descreva sua situação. O escritório retorna em até 48 horas úteis com diagnóstico técnico, comparativo tributário e recomendação de estrutura.
- Sigilo— Tratamento confidencial
- OAB/SP 25.845— Inscrição do escritório
- LGPD— Dados protegidos
Aviso técnico. As informações e cenários desta página são de caráter exclusivamente informativo e ilustrativo. Os resultados tributários dependem do perfil patrimonial individual, do regime adotado e da legislação vigente, sujeita a alterações. Cada situação precisa ser examinada individualmente por profissional habilitado antes de qualquer tomada de decisão.